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Uma impagável lição de economia: taxistas impõem salário mínimo para motoristas da Uber
Estipular salário mínimo e encargos equivale a querer ser o proprietário da vida de terceiros

Começo com uma premissa: um salário mínimo artificialmente alto imposto pelo governo é uma prática desumana, pois proíbe os mais pobres e menos produtivos de serem legalmente empregados.

E já emendo com outra premissa: quem defende a imposição de um salário mínimo alto simplesmente odeia seu semelhante.

Agora, antes que os mais sensíveis tenham tempo de protestar e apontar minha "desumanidade", vou apenas colocar esta sensacional notícia, divulgada pela Bloomberg:

A Comissão de Taxis e Limusines da Cidade de Nova York (TLC, na sigla em inglês) votou na terça-feira para estabelecer um salário mínimo para os motoristas da Uber e da Lyft. Esta é a primeira vez que um governo nos EUA impõe normas salariais a empresas de transporte particular.

De acordo com as novas regras, que entrarão em vigência em janeiro, as empresas devem pagar aos motoristas US$ 26,51 brutos por hora, ou US$ 17,22 após despesas.

É um valor um pouco mais alto que o salário mínimo de US$ 15 que a prefeitura exigiu que todos os empregadores adotem até o final do ano que vem, mas é considerado equivalente porque os motoristas são trabalhadores independentes.

Cerca de 85 por cento dos motoristas de transporte particular atualmente ganham menos que o mínimo, segundo análise independente encomendada pela TLC. Para esses motoristas, os novos salários constituirão um aumento médio do salário anual de mais de US$ 6.300. [...]

A criação de um piso salarial cria um nível de segurança financeira que não existia na economia dos bicos. [...]

Isto dá à TLC de Nova York mais poder para regular o transporte particular do que a maioria das cidades.

Os motoristas de Nova York também estão excepcionalmente bem organizados. Dois grupos — New York Taxi Workers Alliance e Independent Drivers Guild — vinham pressionando a TLC para que implementasse normas salariais, após campanhas para obrigar as operadoras de transporte particular a permitir gorjetas e limitar o número de veículos de transporte particular que operam na cidade.

"Mais uma vez, Nova York aprova regulamentações históricas para proteger os trabalhadores na ingovernável economia dos bicos", disse Bhairavi Desai, diretora executiva da NYTWA, em comunicado enviado por e-mail.

Agora vamos desenhar o que a notícia simplesmente deixou implícito: taxistas fizeram lobby perante o governo e conseguiram impor um salário mínimo para todos os motoristas da Uber. Atenção: os taxistas não pediram salário mínimo para eles próprios, mas sim para os motoristas da Uber. Que bondosos e altruístas, não?

Agora vamos colorir o desenho: a imposição de um salário mínimo está sendo explicitamente utilizada para retirar motoristas da Uber do mercado. A intenção dos taxistas é encarecer artificialmente a mão-de-obra dos motoristas da Uber, inviabilizando sua permanência no mercado, e com isso reduzir substantivamente a concorrência e garantir uma reserva de mercado para os taxistas.

Eis aí uma simples atitude que confirma cristalinamente todo um enorme arcabouço teórico. Quem defende que a imposição de um salário mínimo alto é algo humano e compassivo tem de explicar por que os taxistas estão exigindo salário mínimo para motoristas da Uber e não para eles próprios. Seria excesso de amor ao próximo?

Ao agirem assim, os taxistas de Nova York demonstraram dominar a teoria econômica muito mais profundamente do que até mesmo economistas acadêmicos, que seguem na crença de que um salário mínimo alto é algo positivo, pois "gera maior capacidade de consumo". Como é que algo que causa desemprego pode gerar maior capacidade de consumo?

A história é antiga

Quem conhece o básico da teoria econômica sabe que a imposição de um salário mínimo nada mais é do que uma barreira ao emprego dos menos produtivos.

Por exemplo, se um jovem pobre, sem instrução e sem habilidades, possui uma produtividade capaz de gerar apenas R$ 700 por mês a um eventual empregador, o que acontecerá se o governo aprovar uma lei exigindo que a este jovem sejam pagos no mínimo $ 1.000 por mês é que ele simplesmente não será contratado, e estará condenado ao desemprego.

E é realmente simples e cristalino assim: um salário mínimo alto condenará ao desemprego e ao desespero todos aqueles trabalhadores que produzem um valor inferior a este custo mínimo estipulado pelo governo.

No entanto, o histórico do salário mínimo é ainda mais escabroso. Está fora do escopo deste artigo, mas hoje já são bem conhecidas as raízes eugênicas do salário mínimo, que foi originalmente criado para manter negros e mulheres fora do mercado de trabalho. (Ver também aqui e aqui). Atualmente, na Europa, as leis do salário mínimo estão sendo utilizadas para excluir os imigrantes do mercado formal.

Portanto, essa postura dos taxistas de Nova York realmente não deveria causar surpresa nenhuma: o salário mínimo serve para bloquear a concorrência e só é aplicado sobre aqueles a quem realmente odiamos.

No Brasil

No Brasil, o salário mínimo sozinho não é o maior dos males; ele não é o principal obstáculo ao emprego dos menos produtivos. O problema é que ele vem acompanhado de encargos sociais e trabalhistas, os quais acentuam ainda mais os custos do salário mínimo.

Por exemplo, se você contratar uma doméstica por R$ 1.000 (que será o valor do salário mínimo em 2019), você gastará ao todo R$ 1.200 por mês (8% de INSS patronal, 8% de FGTS, 3,2% de Antecipação da Multa de 40% do FGTS, e 0,8% de Seguro Acidente de Trabalho).

E a doméstica receberá, efetivamente, R$ 920. (Clique aqui e digite R$ 920 no campo "salário líquido").

Portanto, o empregador pagou R$ 1.200 (um ágio de 20% sobre o valor estipulado do salário mínimo) e o empregado recebeu efetivamente R$ 920 (desconto de 8%). A diferença de R$ 280 foi abiscoitada pelo governo.

Em suma: no Brasil, o custo do salário mínimo para o empregador é aumentado em 20% pelos encargos, sendo este o custo total do salário mínimo. Mas piora: o empregado não apenas não fica com nada destes 20% de custo adicional, como ainda recebe menos que o valor do mínimo.

E todo esse arranjo é defendido como humanitário e compassivo.

O que nos leva ao principal ponto

A glória de mandar

Por mais sólidos que sejam os argumentos econômicos contra o salário mínimo, eles ainda ignoram um ponto crucial: quem defende a imposição de um salário mínimo, em conjunto com seus encargos sociais e trabalhistas, está simplesmente partindo da premissa de que detém total poder sobre o corpo e sobre o trabalho de outros indivíduos.

Explico: a pessoa que está vendendo sua mão-de-obra é dona do próprio corpo. Ela é soberana. E ninguém tem o direito de anular isso. Sendo dona do próprio corpo, ela está dotada do direito natural de determinar qual o preço que quer receber pelo serviço prestado pela sua mão-de-obra. Ninguém pode anular esta sua soberania.

De novo: o vendedor da mão-de-obra — ou seja, a pessoa que está à procura de emprego — é o dono daquilo que está à venda (sua mão-de-obra). Ele é a única pessoa que tem o direito de determinar qual deve ser o preço mínimo da sua mão-de-obra. Nenhum observador externo tem o direito de sobrepujar esta soberania do vendedor e especificar o que ele pode e não pode fazer.

Ninguém precisa de leis de salário mínimo para exercitar este básico direito à auto-propriedade. O indivíduo, sendo o único proprietário do seu corpo, tem o direito estipular o próprio salário mínimo sem essas leis.

Por isso, leis de salário mínimo são necessárias exatamente quando você quer impedir que outras pessoas se ofereçam para trabalhar por salários menores que o seu — algo que elas deveriam ter todo o direito de fazer na condição de donas de seu próprio corpo e de sua mão-de-obra.

E há outro detalhe também crucial: o salário mínimo e seus encargos não apenas podem representar a diferença entre ter e não ter um emprego, como também impedem que pessoas trabalhando por um salário acima do mínimo em um emprego possam ter um segundo emprego a um salário abaixo do mínimo, algo que aumentaria sua renda e poderia lhes trazer novas habilidades, permitindo que, no futuro, elas possam progredir para uma diferente linha de trabalho que pague melhor.

Acima de tudo, é imoral

Ser o dono da própria mão-de-obra significa ser o dono do próprio corpo. Em termos muito práticos, o trabalho é o meio de sobrevivência. Consequentemente, se você reivindica o direito de determinar o preço mínimo da mão-de-obra de outra pessoa, você está reivindicando ser o dono do corpo e da vida dela.

Por isso, o melhor argumento contra o salário mínimo e seus encargos nem é econômico, mas sim ético e moral.

Infelizmente, na arena dos debates, afetações de indignação tendem a sobrepujar argumentos técnicos e racionais, de modo que a discussão sobre salário mínimo nunca ganhou tração, pois ele é realmente visto como a linha divisória entre a civilização e a barbárie.

Os defensores do salário mínimo e de todos os seus concomitantes encargos sociais e trabalhistas concentram toda a sua atenção nos empregadores (isto é, nos compradores dos serviços de mão-de-obra). Nenhuma atenção é efetivamente dada aos vendedores de sua mão-de-obra. Em sua ânsia de restringir os direitos dos patrões, eles atropelam os direitos dos empregados, jamais perguntando quem realmente é o proprietário da mão-de-obra em jogo.

Eles ignoram que há pessoas cujas vidas poderiam melhorar acentuadamente caso pudessem vender sua mão-de-obra a um preço abaixo do mínimo estipulado por políticos.

Daí a importância desta notícia envolvendo taxistas e motoristas da Uber. Em uma daquelas impagáveis "jogadas do destino", a realidade não apenas fez o favor de tornar cristalina toda esta teoria, como ainda comprovou algo que os historiadores econômicos sempre demonstraram: sem nenhum exagero, quem defende a imposição de um salário mínimo alto odeia seu semelhante.

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Nota do Editor

Este artigo foi originalmente publicado em dezembro de 2018. Em julho de 2019, as corridas de Uber e Lyft na cidade já haviam desabado em decorrência deste aumento dos custos, que provocaram um forte aumento das tarifas. Exatamente como queriam os taxistas. Nada mais do que a teoria econômica na prática.

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Leia também:

O sofrimento gerado pela imposição de um salário mínimo

Salário mínimo, estupidez máxima

Quer reduzir a pobreza de maneira definitiva? De início, eis as 12 políticas que têm de ser abolidas

 


autor

Thiago Fonseca
é graduado em administração pela FGV-SP e é empreendedor do ramo de eletroeletrônicos


  • Eduardo  07/12/2018 14:56
    Desemprego é maior entre jovens, mulheres e trabalhadores sem ensino superior

    Se essas pessoas pudessem ofertar sua mão de obra a preços não determinados por políticos (salário mínimo e encargos), ao menos teriam um ganha pão e estariam adquirindo habilidades para o futuro.

    Salário mínimo é um controle de preços e como todo controle de preços irá desvirtuar o mercado, gerando alocação errada de recursos.
  • Evaldo  07/12/2018 15:27
    Evolução do salário mínimo no Brasil:

    2013 = R$ 678,00
    2014 = R$ 724,00
    2015 = R$ 788,00
    2016 = R$ 880,00
    2017 = R$ 937,00
    2018 = R$ 954,00


    Evolução do desemprego no Brasil:

    2013 = 7,2%
    2014 = 6,8%
    2015 = 8,4%
    2016 = 11,3%
    2017 = 12,8%
    2018 = 12,4%
  • DJ Marky " Não há MISES na Dinamarca  07/12/2018 16:19
    Tem uma CENTENA de variáveis que você preferiu omitir.
  • Edujatahy  07/12/2018 17:05
    Sim, e todas elas estão relacionadas a interferência do estado nas relações do trabalho.
  • Mauricio Nogueira  06/01/2020 19:43
    Curiosa estatística...sempre defendi que não deveria-se aumentar o salário mínimo com os melhores índices, como ocorreu na era do PT. Por mim o salário mínimo deveria ser congelado. Contudo, sempre tivemos uma inflação significativa tornado-se necessário um indexador para o SM. Mas este indexador bem poderia ser uma correção do tipo o que o governo paga para o FGTS.
    Desta forma, quem tem uma produção baixa, como bem divulgado por outros leitores, haveria mais trabalho para esta turma de baixa produção.
    Naturalmente a lei da oferta e procura faria os ajustes necessários para quantos SM eu pagaria e ou por quantos SM eu aceitaria trabalhar.
    Lógico, a abertura de mercado teria que andar junto, como também observado por leitores.

    Para quem acha que o Poder (empresários) é quem mada e quem ganha rios de dinheiro, muito provavelmente é empregado e deve investir muito pouco em sua carreira.
    Fica a dica para quem acha que empresário tem o poder...seja empresário.
  • Alfredo  23/06/2019 23:25
    Qual a vantagem de trabalhar se vc não ganha nem o mínimo? Ter emprego ganhando quase nada ñ né.
  • Fernando  24/06/2019 00:16
    "Qual a vantagem de trabalhar se vc não ganha nem o mínimo?"

    Aí você tem de definir "mínimo". Se a sua definição de "mínimo" é um valor estipulado por políticos, então tal definição não tem serventia nenhuma.

    Muito mais importante do que o valor salarial é o que você consegue comprar com ele. Ou, em outras palavras, o preço das coisas. Ou, ainda em outras palavras, o poder de compra da moeda.

    Se a moeda não tem poder de compra, e o governo ainda por cima proíbe importações, então não importa qual seja o seu salário: seu padrão de vida será baixíssimo.

    Por outro lado, se os preços de tudo são baixos e as importações são liberadas, então mesmo ganhando abaixo do mínimo seu padrão de vida será decente e você conseguirá sobreviver até encontrar um novo emprego a um salário maior (empregos que pagam abaixo do mínimo, obviamente, não são empregos para toda uma vida, mas sim condições temporárias e passageiras).

    "Ter emprego ganhando quase nada ñ né"

    Depende do que você consegue comprar com o dinheiro que ganha. Se a moeda não tem poder de compra e o governo ainda restringe importações, então de fato você estará em uma situação de semi-escravidão mesmo que ganhe acima do mínimo. Isso ocorre, por exemplo, na Venezuela.

    Por outro lado, se você ganha ao redor do mínimo, mas a moeda tem poder de compra e as importações baratas são liberadas, você estará com um padrão de vida relativamente decente. Isso ocorre, por exemplo, nos EUA, na Suíça, em Hong Kong etc.

    Em suma: tudo depende do poder de compra da moeda e da liberdade de comércio.
  • Mauricio Nogueira  06/01/2020 19:45
    Bons comentários.
  • Andre  24/06/2019 13:11
    Não vale a pena trabalhar legalmente no Brasil para ganhar pouquinho, uma pessoa com pouca instrução e baixa produtividade só vai poder pleitear empregos de 1 a 2 SM e terá que enfrentar o péssimo sistema de transportes das cidades brasileiras, os constantes assaltos, enchentes, horários de trabalhos bizarros, colegas de trabalho ainda mais improdutivos, chefes despreparados e clientes que acham que você é um escravo, tudo isso para entregar metade do pouco que produziu para o governo e ter uma qualidade de vida pior que a de um paraguaio. Vale mais a pena estudar algum ofício simples com noções de administração e trabalhar por conta, ser costureira, mecânico de máquinas de lavar, fazer bolos e salgados pra vender e por aí vai.
  • Vladimir  07/12/2018 15:03
    Haha, essa é uma daquelas notícias que faz pirar o juízo da esquerda. Se salário mínimo é bom por que taxistas querem que Uberistas tenham um?

    Só com essa pergunta você já destrói metade do arcabouço intelectual da esquerda.
  • Breno  07/12/2018 15:27
    Embora a notícia por si só seja irrefutável, é sempre bom quando o artigo adentra conceitos morais em vez de se limitar apenas ao econômico.

    Argumentos pragmáticos contra as leis do salário mínimo são sólidos, mas eles nunca vencem os argumentos emotivos a favor. Basta que uma pessoa mantenha seu emprego após um aumento do salário mínimo e isso já basta para ganhar corações e mentes a favor da ideia.
  • Ricardo  12/12/2018 17:21
    A esquerda que se foda. Escória de merda.
  • Thomas  07/12/2018 15:24
    "Infelizmente, o verdadeiro salário mínimo nunca é aquele valor estipulado pelo governo. O verdadeiro salário mínimo sempre é zero. Este é o salário que muitos trabalhadores recebem após a criação ou o aumento de um salário mínimo estipulado pelo governo, pois eles perdem seus empregos ou não mais conseguem encontrar empregos ao entrarem no mercado de trabalho.

    Fazer com que seja ilegal pagar menos que uma determinada quantia estipulada por políticos não irá automaticamente aumentar a produtividade de um trabalhador, e nem fará com que sua produtividade passe a ser igual a este valor -- e, sendo assim, é maior a probabilidade de que este trabalhador agora ficará desempregado."

    Thomas Sowell
  • Juliano  07/12/2018 15:52
    O mesmo argumento pode ser feito em relação aos impostos. Se alguém tem o direito de confiscar uma fatia do meu salário sem meu consentimento, então nem o meu corpo e nem minha mão de obra são efetivamente meus. Sou um escravo.
  • Guilherme  07/12/2018 16:17
    Bingo!
  • DJ Marky  07/12/2018 16:18
    - Por exemplo, se um jovem pobre, sem instrução e sem habilidades, possui uma produtividade capaz de gerar apenas R$ 700 por mês a um eventual empregador, o que acontecerá se o governo aprovar uma lei exigindo que a este jovem sejam pagos no mínimo $ 1.000 por mês é que ele simplesmente não será contratado, e estará condenado ao desemprego.

    "Possui uma produtividade capaz de gerar apenar 700 reais"
    Peraí...não é a própria EA que diz que o valor é subjetivo ? Não há um critério objetivo nesses 700....
    Agora vamos ao mundo concreto e fazer a pergunta certa: O empresário NÃO PODE pagar 1000 ou ele NÃO QUER pagar 1000 ? Se ele PODE pagar 1000 mas só paga 700...
    A verdade é que se depender do empresário ele pagaria o MENOR valor possível, porque ele quer cortar custos.



    - De novo: o vendedor da mão-de-obra — ou seja, a pessoa que está à procura de emprego — é o dono daquilo que está à venda (sua mão-de-obra). Ele é a única pessoa que tem o direito de determinar qual deve ser o preço mínimo da sua mão-de-obra.

    Mas NA PRÁTICA quase sempre não é ela quem determina. E sabemos disso...
    EXISTE UMA RELAÇÃO DESIGUAL DE PODER entre o que oferece o emprego e as centenas de milhares de desafortunados procurando emprego. Se uma pessoa determina que o mínimo pra ela sobreviver é 1000 mas o empregador só paga 700. O que essa pessoa pode fazer é acatar os 700 ou ficar sem nada...
    NOVAMENTE UMA RELAÇÃO DESIGUAL DE PODER entre os que tem PODER(empresário) e os que não tem PODER(desempregado).


    -Por isso, o melhor argumento contra o salário mínimo e seus encargos nem é econômico, mas sim ético e moral.

    Se vamos falar do que é ético e moral precisamos falar da RELAÇÃO DESIGUAL DE PODER.
    Algo completamente ignorado pelo site. O mundo capitalista é feito dos que tem capital(poder) e aqueles que carecem do capital necessário se veem obrigadas a vender seu trabalho por um preço injusto, e onde um grupo de pessoas aproveita a necessidade de outras para exigir-lhes uma parte da riqueza que produzem com seu trabalho.
    Como tudo vira propriedade e tudo necessita de algo em troca(pois o capitalismo é o sistema que tira tudo de você pra depois lhe oferecer a um preço) qualquer pessoa é obrigada a jogar o jogo desigual dos que tem e os que não tem poder.
    E olha que eu nem falei sobre JUROS/ USURA... mas é engraçado vocês falarem sobre ética e moral.


    - Eles ignoram que há pessoas cujas vidas poderiam melhorar acentuadamente caso pudessem vender sua mão-de-obra a um preço abaixo do mínimo estipulado por políticos.

    Traduzindo: Se a pessoa quer ser escrava, que ela seja escrava.

    MESMO o empresário PODENDO pagar 1000 mas querendo pagar 10 e só oferecendo 10. As pessoas devem se submeter e aceitar os 10.
    Porque NINGUÉM do site vai defender os que estão perdendo na RELAÇÃO DE PODER.


    Conclusão

    O capitalismo é filho torto do Estado...sim o Estado que a EA tanto critica.

    * Por que existem pessoas que carecem de capital e outras que não carecem de capital?

    Resposta que vem lá de tempos remotos, com participação do ESTADO : o produto do azar, da especulação, do açambarcamento, do roubo, das guerras, de heranças... PORTANTO A história da PROPRIEDADE PRIVADA é marcada por injustiças e sangue.

    Agora voltando a falar do que é ÉTICO e MORAL... isso justifica que as diferenças aumentem com base na carência de outros seres humanos?


  • Duvido que seja DJ; é burro demais para isso  07/12/2018 16:41
    ""Possui uma produtividade capaz de gerar apenar 700 reais"
    Peraí...não é a própria EA que diz que o valor é subjetivo ? Não há um critério objetivo nesses 700...."


    Hein?!

    Uma pessoa produz bens e serviços que são valorados voluntariamente por consumidores em não mais que R$ 700. Qual a ausência de valor subjetivo aí? Por que não há um critério objetivo nesta receita de R$ 700 que a pessoa conseguiu?

    "Agora vamos ao mundo concreto e fazer a pergunta certa: O empresário NÃO PODE pagar 1000 ou ele NÃO QUER pagar 1000 ? Se ele PODE pagar 1000 mas só paga 700..."

    Se o empregado produz bens e serviços que são valorados voluntariamente por consumidores em não mais que R$ 700, não tem como ele receber um salário de R$ 1.000.

    Só um otário pagaria R$ 1.000 a um empregado que gera apenas R$ 700. Ou então uma instituição de caridade.

    Mais um coitado que despenca por aqui achando que está abafando, mas nem sabe do que está falando. Depois deste início "triunfal", nem me interessei em ler o resto do comentário. Gosto de ler coisas que podem me ensinar, e não que irão me emburrecer.
  • Ancap escravista  07/12/2018 22:01
    "Se o empregado produz bens e serviços que são valorados voluntariamente por consumidores em não mais que R$ 700, não tem como ele receber um salário de R$ 1.000. "

    Tem sim, em 3 passos:

    1. Deixando de ser fdp e pague um salário de 1.000 (assumindo que 1000 seja simbólico aqui como "mínimo adequado pra sobreviver")
    2. Repasse o custos do novo salário aos consumidores, porque trabalhador não é bode.
    3. Os consumidores não-fdp ENTENDEM que não tem como produzir aquele bem/serviço (ex.: camiseta por um dólar) por um salário miserável, de fome e de sobrevivência básica (comida)

    Só que o processo só funciona até alguém fdp do Estado subverter a idéia do salário mínimo e usar como instrumento político, ao invés de dignidade mínima de um cidadão, como citado no artigo.
  • uma pessoa ai com vontade de dicustir educadamente  10/12/2018 04:05
    entao, a historia do salario minimo ja diz tudo. nao tem por que discutir sobre algo criado pra ser racista e preconceituoso.
  • Humberto  07/12/2018 16:45
    "Mas NA PRÁTICA quase sempre não é ela quem determina. E sabemos disso...
    EXISTE UMA RELAÇÃO DESIGUAL DE PODER entre o que oferece o emprego e as centenas de milhares de desafortunados procurando emprego."


    Sim, quem torna essa relação desigual é o estado.

    Baixos salários, insatisfação e até mesmo "exploração" são fenômenos típicos de economias amarradas pelo governo. A lógica é direta.

    Em uma economia livre e dinâmica, na qual sempre há oportunidades de emprego, se um indivíduo tem um emprego do qual não gosta ou no qual se sente desprestigiado, ele simplesmente pede para sair deste emprego e vai à procura de outro. Sendo ele competente em sua área, os empregadores irão lhe disputar acirradamente, fornecendo benefícios e salários altos. Afinal, sendo ele competente e produtivo, aquele empregador que lhe oferecer um simples aumento salarial e o conseguir como empregado terá enormes lucros. Os empregadores disputariam esse trabalhador.

    Logo, em uma economia livre, é o trabalhador quem estipula o próprio salário.

    Já em uma economia amarrada pelo governo, na qual há poucas oportunidades de emprego, e o próprio ato de contratar alguém legalmente é extremamente caro [no Brasil, encargos sociais e trabalhistas dobram o custo de um empregado], o trabalhador fica sem opção. Nesta economia amarrada pelo governo, aquele trabalhador que não gosta do seu emprego ou não se sente valorizado não tem nenhuma opção. Se ele pedir demissão, dificilmente encontrará outro emprego legal — pois a economia é amarrada e os custos trabalhistas são altos.

    Assim, quanto mais regulada e burocratizada a economia, e quanto maiores os encargos tributários sobre a folha de pagamento, menores as disponibilidades de emprego, menor o poder de barganha dos trabalhadores, menores os salários, maior a insatisfação, e maiores as chances de abuso.

    Em suma: se o mercado de trabalho é engessado por regulações trabalhistas e tributos sobre a folha de pagamento — os quais encarecem sobremaneira o preço do trabalho legal —, o governo está simplesmente fazendo com que empreender e gerar empregos legalmente seja proibitivo em termos de custos. Consequentemente, a mão-de-obra de qualidade mais baixa terá dificuldades para encontrar empregos formais, pois não é produtiva ao ponto de gerar mais receitas do que custos para seus empregadores. Seu poder de barganha será nulo, não haverá disputa por sua mão-de-obra e seus salários serão permanentemente baixos.

    Não culpe os capitalistas. Culpe os políticos.

    A "necessidade do trabalhador" e a "ganância do empregador" são irrelevantes em determinar salários

    Em economias capitalistas, assalariados são disputados e têm aumentos salariais constantes
  • DJ Marky  07/12/2018 19:47
    Sim, quem torna essa relação desigual é o estado.

    Não existe nenhuma economia sem Estado PONTO FINAL

    Eu só trabalho com a realidade.


    O DIREITO é a linguagem que o Estado e o Capitalismo conversam.

    O que você chama de encargos e burocracia nada mais são do que DIREITOS. Ora... só quem merece direitos é o empregador ? E o desempregado só tem opção de ser escravo ?

    O que você defende é o trabalho escravo... sem direitos realmente não vai faltar trabalho, mas trabalho escravo, trabalho de péssima qualidade....trabalho em péssimas condições.


    Lá atrás na história sangrenta e injusta da PROPRIEDADE PRIVADA o direito SURGIU pra que as pessoas respeitassem a propriedade privada.



  • Humberto  08/12/2018 12:47
    "O que você chama de encargos e burocracia nada mais são do que DIREITOS"

    Direitos?! Como pode ser direito algo que é obrigatório? E se eu quiser trabalhar sem CLT, posso? Não, não posso. Se eu fizer isso irei pra cadeia. Belo direito...

    FGTS, INSS e Aviso Prévio - um assalto ao trabalhador, disfarçado de direito

    Você trocaria um aumento de até 30% em seu salário pela manutenção da previdência social?

    No Brasil, empreender e gerar empregos legalmente é tarefa para heróis. Ou para masoquistas

    "O que você defende é o trabalho escravo... sem direitos realmente não vai faltar trabalho, mas trabalho escravo, trabalho de péssima qualidade....trabalho em péssimas condições."

    Gozado, a realidade é oposta.

    Por que trabalhadores fogem das "melhores" leis trabalhistas?

    "Lá atrás na história sangrenta e injusta da PROPRIEDADE PRIVADA o direito SURGIU pra que as pessoas respeitassem a propriedade privada."

    A origem da propriedade privada e da família

    Sem propriedade privada não há moralidade e nem civilização

    O Direito vem antes do Estado; e a propriedade privada originou o Direito
  • Mauricio Nogueira  06/01/2020 19:27
    Perfeita análise.
  • Dane-se o estado  08/12/2018 15:41
    "Não existe nenhuma economia sem Estado PONTO FINAL"

    Corrigindo: Economia existe ainda, apesar do estado!

    Agora nos mostre, que grande exemplo de proficiência alocativa de recursos o estado é capaz de ensinar ao mercado?

    Direito de propriedade não foi criado por burocratas por serem burocratas e entregue do céu para a população, foi criado pela natureza humana. O estado é nada mais que um monopólio coercitivo, não há nada de excepcional no que burocratas do estado são que justifique seu monopólio coercitivo.
  • Silvio  07/12/2018 16:52
    Como diria Freddie, Another One Bites the Dust
  • Edujatahy  07/12/2018 17:04
    Apenas um ignaro considera que o empregador determina o salário.
    Responda-me
    Se o empregador determina salário, e ele sempre quer pagar o mínimo, porque tem gente que ganha acima do salário mínimo?

    Pessoas que criticam o capitalismo e o mercado sem sequer entenderem do que se trata (afinal, foram doutrinados em pseudo-ciências marxistas toscas ) são especialistas em passar vergonha.
  • Régis  07/12/2018 17:03
    Como eu nunca tive carteira assinada, posso dizer que esta tese já estava incorporada em mim desde sempre. Eu sou o único responsável pelo meu corpo e pelo meu comportamento. Vivo e morro como quiser, desde que não agrida terceiros inocentes.

    Quais são os termos do meu emprego é algo que interessa apenas a mim e a meu eventual empregador/contratante. Político fdp nenhum tem o direito de se intrometer e estipular qualquer coisa. Nem político nem qualquer outro fdp, como esse tal DJ Marky, um aspirante a totalitário.
  • Bernardo  07/12/2018 17:40
    Na raiz do tópico está a questão da liberdade de associação.

    De um lado, o governo restringe a liberdade de associação voluntária, impondo salário mínimo e encargos trabalhistas. De outro, o mesmo governo obriga a associação involuntária, com suas quotas, leis anti-discriminação e todas as coisas de consumo obrigatório (serviço militar compulsório, seguro de carro obrigatório, Correios etc.)

    E ambas as coisas são aplaudidas e vistas como progressistas.
  • Felipe  07/12/2018 18:41
    "O empresário NÃO PODE pagar 1000 ou ele NÃO QUER pagar 1000 ? Se ele PODE pagar 1000 mas só paga 700... A verdade é que se depender do empresário ele pagaria o MENOR valor possível, porque ele quer cortar custos."

    Isso não pode ser sério. Um salário bruto maior que a produtividade do trabalhador significa que o empregador está perdendo dinheiro para empregar esse trabalhador. Consequentemente, esse trabalhador:

    1) será demitido; ou
    2) nunca será contratado; ou
    3) substituído por automação

    Só assim o empreendimento deixará de ter prejuízo com o salário mínimo e seus encargos.

    De resto, sua linha de raciocínio é típica de quem nunca gerenciou nem carrocinha de pipoca
  • Dane-se o estado  08/12/2018 15:35
    1. Deixando de ser fdp e pague um salário de 1.000 (assumindo que 1000 seja simbólico aqui como "mínimo adequado pra sobreviver")
    2. Repasse o custos do novo salário aos consumidores, porque trabalhador não é bode.
    3. Os consumidores não-fdp ENTENDEM que não tem como produzir aquele bem/serviço (ex.: camiseta por um dólar) por um salário miserável, de fome e de sobrevivência básica (comida)


    Só por essa resposta já vi que deve ser algum irmão do capital imoral!

    "repasse o custos do novo salário aos consumidores" claro, encarecendo o produto você vai estimular mais receita mesmo pra compensar esse defict adicional no custo da mão de obra, agora imagine esse défict sendo acumulado ao longo de um ano, e considerando que esta mesma lógica será repassada para o salário de cada funcionário que podem ser centenas, agora imagina aí a conta do vermelho crescendo.

    "Os consumidores não-fdp ENTENDEM" ahãm... os consumidores bonzinhos, especialmente se houver um concorrente com preços mais em conta, vão super preferir por caridade consumir o mais caro possível! pode acreditar!

  • Leigo  09/12/2018 18:53
    Vejamos.

    "Possui uma produtividade capaz de gerar apenar 700 reais"
    Peraí...não é a própria EA que diz que o valor é subjetivo ? Não há um critério objetivo nesses 700....
    Agora vamos ao mundo concreto e fazer a pergunta certa: O empresário NÃO PODE pagar 1000 ou ele NÃO QUER pagar 1000 ? Se ele PODE pagar 1000 mas só paga 700...
    A verdade é que se depender do empresário ele pagaria o MENOR valor possível, porque ele quer cortar custos.


    O empresário paga o valor que paga devido ao Sistema de Preços, sim, isto é, os consumidores junto a livre-concorrência estipulam os preços do mercado. Portanto, não é uma lei que vai definir quanto alguém ganha, mas apenas o Sistema de Preços, a lei irá apenas alterar artificialmente para pior (Tem artigos aqui falando sobre).

    Mas NA PRÁTICA quase sempre não é ela quem determina. E sabemos disso...
    EXISTE UMA RELAÇÃO DESIGUAL DE PODER entre o que oferece o emprego e as centenas de milhares de desafortunados procurando emprego. Se uma pessoa determina que o mínimo pra ela sobreviver é 1000 mas o empregador só paga 700. O que essa pessoa pode fazer é acatar os 700 ou ficar sem nada...
    NOVAMENTE UMA RELAÇÃO DESIGUAL DE PODER entre os que tem PODER(empresário) e os que não tem PODER(desempregado).


    Se uma pessoa só produz 700, mas é definido um salário mínimo de 1000, essa pessoa nem poderá "acatar" os 700, pois, há uma lei que impede que esse emprego seja criado. Dessa forma, presume-se que você acha melhor a pessoa ficar sem nada e não receber os 700. É mais importante que haja salário mínimo, né? Você não tem a mínima noção do que o site explica. É interessante como todos os parágrafos que você escreveu ignoram o princípio básico do Sistema de Preços. Tente ler os artigos que o Humberto mandou.

    Se vamos falar do que é ético e moral precisamos falar da RELAÇÃO DESIGUAL DE PODER.
    Algo completamente ignorado pelo site. O mundo capitalista é feito dos que tem capital(poder) e aqueles que carecem do capital necessário se veem obrigadas a vender seu trabalho por um preço injusto, e onde um grupo de pessoas aproveita a necessidade de outras para exigir-lhes uma parte da riqueza que produzem com seu trabalho.
    Como tudo vira propriedade e tudo necessita de algo em troca(pois o capitalismo é o sistema que tira tudo de você pra depois lhe oferecer a um preço) qualquer pessoa é obrigada a jogar o jogo desigual dos que tem e os que não tem poder.
    E olha que eu nem falei sobre JUROS/ USURA... mas é engraçado vocês falarem sobre ética e moral.


    Você não tem a mínima noção do que o site explica. É interessante como todos os parágrafos que você escreveu ignoram o princípio básico do Sistema de Preços. Tente ler os artigos que o Humberto mandou.

    Traduzindo: Se a pessoa quer ser escrava, que ela seja escrava.

    Não há como querer ser escravo, algum tipo de força externa a do indivíduo é necessária para que ele seja escravo.

    MESMO o empresário PODENDO pagar 1000 mas querendo pagar 10 e só oferecendo 10. As pessoas devem se submeter e aceitar os 10.
    Porque NINGUÉM do site vai defender os que estão perdendo na RELAÇÃO DE PODER.


    Você não tem a mínima noção do que o site explica. É interessante como todos os parágrafos que você escreveu ignoram o princípio básico do Sistema de Preços. Tente ler os artigos que o Humberto mandou.

    Conclusão

    O capitalismo é filho torto do Estado...sim o Estado que a EA tanto critica.

    * Por que existem pessoas que carecem de capital e outras que não carecem de capital?

    Resposta que vem lá de tempos remotos, com participação do ESTADO : o produto do azar, da especulação, do açambarcamento, do roubo, das guerras, de heranças... PORTANTO A história da PROPRIEDADE PRIVADA é marcada por injustiças e sangue.

    Agora voltando a falar do que é ÉTICO e MORAL... isso justifica que as diferenças aumentem com base na carência de outros seres humanos?


    Opa, nem todos os parágrafos. O capitalismo é apenas trocas voluntárias entre indivíduos, não tem nada a ver com o Estado. Existem pessoas que carecem de capital, porque o Estado e a ignorância impedem. Inintelegível essa última frase, pelo que consegui compreender:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1781
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2000
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2201
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2816
  • Mauricio Nogueira  06/01/2020 19:49
    Morro de curiosidade em lhe perguntar se você é um empresário bem sucedido ou um funcionário bem sucedido!?
  • Machina  07/12/2018 16:57
    Imagine um jovem que mora em uma favela e tem duas escolhas:

    Trabalhar legalmente, mas ele tem pouca experiência, não consegue produzir o que o governo dita como salário mínimo, logo ele TEM que escolher a segunda opção;

    Trabalhar ilegalmente, como todo mundo sabe, há vários trabalhos ilegais, que não ditam o mínimo a se produzido e de fácil acesso, desde, vendas de drogas (um crime sem vítima) a assaltos (entre outros trabalhos que socialmente não são crimes, mas o governo os define assim, já que não há arrecadação de impostos).

    Mesmo os socialistas que defendem o discurso coletivista deveriam ser contra o salário mínimo, já que com essa medida acaba levando os jovens pobres a se instalarem em lugares com alto índices de crimes (favelas/comunidades). Com um detalhe que a maioria desses jovens são negros, esses que não poderão de forma legal subir na vida, esses que os socialistas tanto dizem defender.
  • Lucas-00  07/12/2018 17:37
    O discurso coletivista deles não tem nada de preocupação com o próximo. Para ter preocupação com o próximo você tem que ser individualista, como Ayn Rand colocou em A Revolta de Atlas.
    Eu entendi o que você quis dizer, mas acho importante frisar isso porque ainda há resquícios esquerdistas nas nossas
    cabeças.
  • Felipe Lange  07/12/2018 19:02
    Atualmente, na Europa, as leis do salário mínimo estão sendo utilizadas para excluir os imigrantes do mercado de trabalho.

    Claro que isso é bom para os políticos. Eles não querem imigrantes autônomos, eles querem imigrantes dependentes do estado e que possivelmente vão eleger esses mesmos vagabundos que defendem essa boquinha. É muito melhor para o estado ver os imigrantes na marginalidade e na dependência do que sendo livres, trabalhando e empreendendo.

    Nova York como sempre fazendo questão de manter a fama de federação contaminada pelo socialismo.
  • Jean Carlo Vieira  07/12/2018 19:12
    Artigo muito completo e de fácil entendimento - até mesmo para os mais leigos.
    Se fosse levado às suas últimas consequências, chegaria na inevitável desconstrução do estado.
  • Ancap escravista  07/12/2018 21:46
    Sobre esse trecho do texto:

    "Sendo dona do próprio corpo, ela está dotada do direito natural de determinar qual o preço que quer receber pelo serviço prestado pela sua mão-de-obra. "

    Comentários de um amigo, com adaptações:

    "O grande furo do lindo argumento, é que ele ignora a "extorsão" do patrão no segmento do trabalho marginal, no sentido de ser de alta demanda, mas de baixa complexidade, tipo mão de obra de baixo valor agregado, isso tudo só faz sentido no mundo do trabalho intelectualizado, onde você não é facilmente demitível, que aí você de fato tem algum poder de barganha".

    Lembrei daquela piada onde o banqueiro vê uma família passando fome, comendo grama, os convidando para casa dele oferecendo "coisas boas" porque a grama lá na casa dele tá "dessa" altura....
  • Humberto  08/12/2018 00:34
    De novo o mesmo argumento?

    Baixos salários, insatisfação e até mesmo "exploração" são fenômenos típicos de economias amarradas pelo governo. A lógica é direta.

    Em uma economia livre e dinâmica, na qual sempre há oportunidades de emprego, se um indivíduo tem um emprego do qual não gosta ou no qual se sente desprestigiado, ele simplesmente pede para sair deste emprego e vai à procura de outro. Sendo ele competente em sua área, os empregadores irão lhe disputar acirradamente, fornecendo benefícios e salários altos. Afinal, sendo ele competente e produtivo, aquele empregador que lhe oferecer um simples aumento salarial e o conseguir como empregado terá enormes lucros. Os empregadores disputariam esse trabalhador.

    Logo, em uma economia livre, é o trabalhador quem estipula o próprio salário.

    Já em uma economia amarrada pelo governo, na qual há poucas oportunidades de emprego, e o próprio ato de contratar alguém legalmente é extremamente caro [no Brasil, encargos sociais e trabalhistas dobram o custo de um empregado], o trabalhador fica sem opção. Nesta economia amarrada pelo governo, aquele trabalhador que não gosta do seu emprego ou não se sente valorizado não tem nenhuma opção. Se ele pedir demissão, dificilmente encontrará outro emprego legal — pois a economia é amarrada e os custos trabalhistas são altos.

    Assim, quanto mais regulada e burocratizada a economia, e quanto maiores os encargos tributários sobre a folha de pagamento, menores as disponibilidades de emprego, menor o poder de barganha dos trabalhadores, menores os salários, maior a insatisfação, e maiores as chances de abuso.

    Em suma: se o mercado de trabalho é engessado por regulações trabalhistas e tributos sobre a folha de pagamento — os quais encarecem sobremaneira o preço do trabalho legal —, o governo está simplesmente fazendo com que empreender e gerar empregos legalmente seja proibitivo em termos de custos. Consequentemente, a mão-de-obra de qualidade mais baixa terá dificuldades para encontrar empregos formais, pois não é produtiva ao ponto de gerar mais receitas do que custos para seus empregadores. Seu poder de barganha será nulo, não haverá disputa por sua mão-de-obra e seus salários serão permanentemente baixos.

    Não culpe os capitalistas. Culpe os políticos.

    A "necessidade do trabalhador" e a "ganância do empregador" são irrelevantes em determinar salários

    Em economias capitalistas, assalariados são disputados e têm aumentos salariais constantes
  • Dane-se o estado  08/12/2018 15:55
    O grande furo do lindo argumento, é que ele ignora a "extorsão" do patrão no segmento do trabalho marginal, no sentido de ser de alta demanda, mas de baixa complexidade, tipo mão de obra de baixo valor agregado, isso tudo só faz sentido no mundo do trabalho intelectualizado, onde você não é facilmente demitível, que aí você de fato tem algum poder de barganha

    Gosto desses idiotas que aparecem aqui, satisfaz meu desejo sádico de espancar esquerdistas e vitimistas! Ora ora, não me culpem, não tenho sangue de barata e todo ser humano tem seus limites de paciência, ninguém é santo, por isso mesmo não devemos ter poder central controlando preços e salários!

    O que seria exatamente trabalho intelectualizado? Ou baixou ou alto valor agregado? O valor é totalmente subjetivo, depende da escassez e da utilidade. O que seria uma demanda de baixa complexidade? quem define os custos disso?

    Ora se houver muita demanda de funcionários num dado mercado mesmo que sua utilidade seja constante a baixa escassez não permitirá salários comparáveis a uma função de alto cargo difícil de achar, no instante em que contratar inúmeros desses funcionários multiplica os custo, e de onde virá todo o dinheiro para que todos ganhem como executivos ou administradores de altos cargos? Curiosamente se a oferta de mão de obra de garis por exemplo se reduzir seu salário vai aumentar pois sua utilidade mediante a escassez se tornará preocupante e mais urgente. Mais curiosamente ainda, um cenário como este só seria possível onde pessoas fossem livres para acumular capital, não perdessem dinheiro para inflação ou impostos, e fossem livres para investir em conhecimento e capacitações que cedo ou tarde e cada vez mais tornassem mais desnecessárias sua ocupação com trabalhos considerados mais "humildes."
  • Desejo Sádico de Espancamento  08/12/2018 17:24
    Graças a pessoas como você, esquerdista raiz marxista e "vitimistas" nem sequer aparecem aqui. O tal DJ Marky deve ser alguém de direita, algum leitor antigo do IMB, provavelmente alguém do próprio instituto fingindo ser de esquerda já que a esquerda mesmo nem vem aqui. Você ainda acredita que estes comentários são de esquerdistas?
  • Dane-se o estado  09/12/2018 01:06
    Graças a mim? você quer o que? politicamente correto? que eu trate esquerdista como seres sensíveis e vitimistas que eles querem que o mundo os trate? que vão todos a puta que os pariu. Não gostam da verdade, ela virar querendo ou não! se não aparecem aqui, só mostra e prova o que eles já são e já fazem a muito tempo, vivem numa bolha psicótica e intelectual, isso não é de hoje nem vai acabar amanhã, que diferença faz. A maior parte da sociedade não é feita de idiotas de DCE e ainda tem alguma racionalidade para compreender o que é dito aqui. NÃO EXISTE MUNDO PERFEITO MESMO, E EU TENHO SINCERAS VONTADES DE ARRASTAR A CARA DE UM COMUNISTINHA DE MERDA NO ASFALTO, MAS COMO NÃO SOU CRIMINOSO COMO ELES EU PREFIRO SUBLIMAR MINHA AGRESSIVIDADE COM ARGUMENTOS BEM INCISIVOS, É BOM IR SE ACOSTUMANDO MESMO COM A VIDA REAL FORA DO MUNDINHO DE NÁRNIA DA FACULDADE DE HUMANAS.
  • Dane-se o estado  09/12/2018 01:24
    O próprio Karl Marx, um filho de uma vadia prostituta de merda, assim como Engels, defendia abertamente genocídio e agressão, assim como o comunismo de forma geral. ideologia de esquerda por definição é legitimação de atos de bandidos contra a propriedade alheia, qualquer hostilidade a esquerdistas é autodefesa do indivíduo e da sociedade, uma vez que tudo o que eles descrevem é para justificar agressão e coerção a propriedade de terceiros, tudo que vem da esquerda visa justificar alguma forma de agressão a propriedade alheia. Esquerdista raiz marxista se quer defende caridade, pois atos de voluntarismo vão contra a narrativa de que o estado não é necessário para auxiliar os mais pobres e isso deslegitima o populismo assistencialista deles. Ficar de politicamente correto com gente mentirosa e sonsa como esquerdista raiz, é no mínimo fazer o jogo cínico deles.
  • Jr  17/12/2018 13:00
    "O próprio Karl Marx, um filho de uma vadia prostituta de merda", curioso, defendem tanto a liberdade individual, mas são capazes de um comentário desse nível. Hhahahahaha. Conservadorismo social não combina com a "liberdade individual" de vocês.
  • Desejo Sádico de Espancamento  08/12/2018 17:26
    É claro que eu sei que o meu comentário não será aprovado, mas é a verdade.
  • Jorge  07/12/2018 23:28
    Levando o argumento principal do texto ao extremo, uma forma ainda mais interessante de evidenciar a imprestabilidade do salário mínimo é pensarmos na bizarra situação em que ele fosse fixado em um milhão de dólares.
    Qualquer um conseguiria enxergar que, o invés de uma população milionária, teríamos uma população de desempregados.
  • Libertario de verdade  09/12/2018 18:36
    Isso sem falar que se o salario minimo sernestipulado em 1 milhao de dolares,as coisas sobem tudo e a pessoa continuansendo pobre porque nao é a quantidade de dinheiro que conta e sim o valor. O Brasil ja teve salario minimo de 1 milhao de cruzeiros,e o Paraguai tem salario nos milhoes de Guarani e esta tudo na mesma,sem falar na venezuela que as coisas ja estao em milhoes de bolivar. Eu ainda me admiro existir nos dias de hoje,esquerdistas imbecis que acreditam em salario minimo,é pura estupidez. Se eliminar o salario minimo ou congelar por anos,é muito melhor. Pois ao menow o dinheiro nao.perde valor,porem,o estado por exemplo,sobe o salario minimo,e em seguida sobe os precos de seus servicos. E so ir no Detran mais proximo que sera facil constatar isso.
  • Alex  08/12/2018 02:17
    Pensem em quantos MEIs no Brasil gostariam de ter um empregado, um só que a lei permite.

    O MEI só pode faturar 60 mil por ano, 5 mil por mês, com um empregado com salário mínimo de 1 mil sobra menos de 4 mil por mês. Agora se descontar os custos do negócio e pesarmos o risco de ter esse negócio legalizado com tão baixo retorno, que MEI no Brasil tem condições de contratar esse 1 funcionário?

    Coisas de Brasil e as maravilhas do salário mínimo.
  • ed  10/12/2018 10:27
    O MEI pode faturar até R$ 81 mil por ano.
  • raphael  08/12/2018 19:05
    em outra ocasiao peguei uma discussao parecida sobre a reforma trabalhista
    os defensores da CLT - em grande maioria da rede goebbels e foice de sp, pelegos q fazem bico de artista ou intelectual - todos trabalham como PJ
    CLT eles defendem apenas para os outros, pq eles mesmos preferem evitar esse monte de "direitos"
    acabou saindo o ditado CLT no trabalho dos outros eh refresco
    praticamente 100% da minha renda como freela vem do exterior e eu fico com quase tudo, descontando a mordida basica do leao e operacao de cambio - nada de fgts , 13 , nem ferias remuneradas
    mas eu ganho em dolar num pais de milhoes de desempregados , em rate que nem diplomados conseguem por aqui, fazendo algo que gosto
    soh q pra galerinha CLTista eu sou um mazzaropi (de chapeu de palha e dente podre) explorado pelo capital estrangeiro e preciso q pelegos venham ficar com boa parte do meu dinheiro pra me "defender" de quem precisa dos meus conhecimentos e ta disposto a me pagar por isso
    quanto mais a gente fala mais surreal fica
    o q eu nunca deixo de observar eh q eles sempre querem dizer o q pode ou nao pode, quem pode ou nao pode, quando pode ou nao pode
    autoritarios enrustidos travestidos de benfeitores me dao nojo
  • Cristiane de Lira Silva  08/12/2018 19:06
    Vejam esta matéria ( que não tem nada a ver com o artigo de vocês) sobre Dubai depois da dependência do petróleo:

    www.nationalgeographicbrasil.com/viagem-e-aventura/2018/12/turismo-dubai-cidade-emirados-arabes-extravagante-oriente-medio

    Exceto pela monarquia em que não se pode criticar o regime e pela prostituição que deve ter mulheres traficadas ( embora o artigo não aborde esse problema), Dubai é um paraíso. É rica, tolerante, cheia de diversidade (diversidade religiosa também) , cosmopolita e nada conservadora. O artigo aposta que o oriente médio seguirá o caminho de Dubai quando o petróleo acabar.

    Não se preocupem, Dubai não é comunista!
  • Leigo  09/12/2018 14:48
    nada conservadora
    quando o petróleo acabar
  • Ferlinusortus  10/12/2018 04:15
    Você é feminista convicta né?
  • Leigo  09/12/2018 14:45
    "Por exemplo, se um jovem pobre, sem instrução e sem habilidades, possui uma produtividade capaz de gerar apenas R$ 700 por mês a um eventual empregador, o que acontecerá se o governo aprovar uma lei exigindo que a este jovem sejam pagos no mínimo $ 1.000 por mês é que ele simplesmente não será contratado, e estará condenado ao desemprego."

    Esse mesmo jovem reclama quando o estágio cobra experiência, inglês fluente, etc, e fica criando esses memes:

    img.ibxk.com.br/ns/rexposta/2018/08/30/30063211249022.jpg?watermark=neaki&w=600
    images3.memedroid.com/images/UPLOADED151/56b9e72d980ca.jpeg

    E se argumentar que ele tá sem emprego por causa de regulações que impõem um piso salarial, é capaz dele dizer que o estágio em órgão público paga bem. As leis econômicas não falham.
  • Raquel  10/12/2018 14:35
    O mercado de trabalho brasileiro sempre foi disfuncional.
    Com essa recessão tudo tem piorado,ainda mais para quem tem pouca ou nenhuma experiência.
    Nos EUA(apenas como exemplo) não existe tanta barreira para quem é inexperiente,basta ter força de vontade,que se consegue um emprego,mesmo que básico.
    Aqui(eu já passei dessa fase),o nível de exigência é surreal.
    É tanta gente procurando emprego,que as empresas estão exigindo inglês e faculdade,até para funções bem básicas,e que sempre foram porta de entrada no mercado de trabalho.
    A saída é empreender,mesmo que informalmente,e de preferência num país mais sério(até Portugal está numa situação melhor para empreender).
    Mas concordo,que o governo é o principal empecilho,seja para quem quer empreender,ou apenas conseguir um emprego.
    Mas não tenho esperança que isso vá mudar no curto prazo,o brasileiro reclama,mas no fundo a maioria ama ficar na aba do estado.Tente fazer uma reforma trabalhista séria(não essa palhaçada que o Temer fez) cabeças irão rolar.
  • Leonardo Fonseca  10/12/2018 13:32
    Uma dúvida que eu tenho: quem contrataria os mercenários ou guerrilheiros? As pessoas iriam fazer coleta ou um ia pagar para todos?
  • Vinicius  10/12/2018 14:18
    Mais uma vez parabéns pela reportagem. Não existe um mundo de benesses, vc vale o que produz. Conheço dezenas de universitários que estão trabalhando na informalidade pois não podem trabalhar 6 ou 10 horas por dia, tendo como prioridade seus estudos, no mercado informal fazem seus horários e ganhos sem base ao salário mínimo. Eu acho que quem tem que decidir, se for necessário, as mudanças na uber são os usuários, motoristas e a própria uber.
  • Mauricio Nogueira  06/01/2020 19:57
    Correto!
  • Constatação  10/12/2018 14:37
    Felizmente, o 99 está escapando dessa.
  • JarbasProfeta  11/12/2018 12:44
    Bom dia,

    Lembrando que o estado natural do ser-humano é o de pobreza, se não houver ação no sentido de deter mais propriedade privada, nascemos e morremos pobres. O livre mercado apenas facilita essa aquisição, que o estado parasita.

    Quanto à salário mínimo, se traduz apenas em um sarrafo, quanto mais alto, mais difícil de superar.

    R$0,00.........................Salário mínimo...................................................................................Riqueza
    |--------------------|-------------------------------------------...
    ..........Desempregro/
    .............Miséria

  • Mila  13/12/2018 16:07
    Estou tornando-me, mesmo que tardiamente, admiradora do pensamento liberal. Por isso, sempre que posso, passo por aqui para ler alguns artigos e seus comentários.
    Gostaria que alguém comentasse sobre uma duvida que tenho.
    Qual o resultado provável que teremos no país com a reforma trabalhista, em especial, que tira "direitos" dos trabalhadores, a economia direcionada para uma linha mais liberal, mas com o estado ainda inchado e cheio de privilégios nas esferas do executivo, do legislativo e do judiciário?
    Não estaremos deixando uma pequena casta de pessoas com seus privilégios assegurados?
  • Régis  13/12/2018 18:51
    Sim, por isso os privilégios desta casta têm de ser imediatamente abolidos.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2814
  • O Antagonista 007  13/12/2018 19:40
    Então ok, sigam os preceitos da EA de Economia e privatizem tudo, as Forças Armadas (gostaria que vocês ancaps lunático me dessem exemplo de um país onde as forças armadas são privatizadas). Os Órgãos de Segurança Pública, a Saúde, a Educação, enfim os setores ditos essenciais e depois me digam se deu certo. Infelizmente, vocês, a exemplo dos Comunistas Marxistas vivem em uma bolha de incoerências e radicalidades inúteis, falam... falam... E no final das contas são apenas palavrórios inúteis que ignoram a realidades das coisas, e suas teorias jamais terão o respaldo e o respeito de estudiosos e economistas sérios simplesmente porque elas são inaplicáveis. Acordem para a realidade seus lunáticos anarquistas... A... E antes que os "Leões" aqui deste site venham me devorar com seus comentários tolos e bárbaros eu sou sim um defensor do Capitalismo, do Livre Mercado e do Estado Mínimo, apenas vivo no mundo real.
  • Questionador  14/12/2018 11:03
    Caro Antagonista,
    você com certeza absoluta está muito perdido pois é uma impossibilidade prática ser defensor do estado mínimo e defender educação e saúde gratuita.
  • Mila  13/12/2018 22:29
    Concordo Regis. Mas vocês acham que isso faz parte de uma realidade próxima? Como fala o artigo citado, o grande número de funças e sindicatos fortes tornam qualquer mudança dificílima.
    Se falamos,mesmo com quem não é funça, sobre essas mudanças, vem vários argumentos em defesa da "maioria" que não tem privilégios, é eficiente, blá blá blá
  • Sheila   14/01/2019 15:27
    Honestamente, para defender essa ideia aí do seu texto é preciso desconhecer por total a história mundial. De uma questão pontual (exigência dos taxistas para que os uberistas tenham salário mínimo com o escopo claro de encarecer os serviços de uber e arrefecer a concorrência), faz uma regra geral, o que distorce, na realidade, qualquer argumento teórico-racional que não pode partir de uma situação particularizada para formulação do todo. Querido, isso defendido por vc (da pessoa humana poder livremente vender sua mão-de-obra como se isso se resumisse a uma mera questão de escolha) já foi experimentado lá atrás e não deu certo. Pelo seu equivocado raciocínio, as relações de trabalho seriam iguais à epoca da revolução industrial. Com base em um exemplo singularizado vc coloca em xeque toda a evolução dos direitos fundamentais. Também, por essa sua distorcida conclusão, a teoria da geração dos direitos fundamentais, igualmente, não deveria existir e é só algo inventado (segunda geração de direitos fundamentais) por quem não teria mesmo o que fazer. Só vou dar-lhe um desconto porque é administrador e ao que parece, pelo teor do seu texto, não conhece muito das relações de trabalho na história mundial, muito menos do porquê do nascimento mais do que necessário dos chamados direitos fundamentais de segunda geração. E isso não é argumento emotivo como vc classifica no seu texto que impediria o avanço das discussões sobre a abolição do salário mínimo. Pelo contrário, isso é teoria. É conhecimento técnico.

  • Carla  14/01/2019 16:10
    Doçura, vá estudar a história básica (não aquela panfletada pela sua professora de oitava série). Aumentos salariais e direitos trabalhistas vieram antes de todo e qualquer decreto governamental e sindical sobre isso. O trabalho infantil, por exemplo, já havia sido praticamente extinto nos países ricos quando os governos começaram a falar sobre isso. Não passe vergonha.

    Agradeçamos ao capitalismo pelo fim de semana, pelos feriados e pela redução da jornada de trabalho

    O mercado, e não os sindicatos, nos propiciou o lazer e o descanso

    Nós não humanizamos o capitalismo; foi o capitalismo quem nos humanizou

    A Revolução Industrial, as mulheres e as minorias: como a ideologia suprimiu a realidade


    P.S.: se eu quiser vender a minha mão de obra pelo preço que eu bem entender, você me concede essa liberdade? Posso? Ou você me ama tanto assim ao ponto de me proibir se achar que estou pedindo um salário baixo?
  • Sintia Coelho  27/06/2019 11:42
    Data vênia não concordo com seu posicionamento com fundamento simples:
    "Entre os fortes e fracos, entre ricos e pobres, a lei liberta e a liberdade oprime". Lacordaire
    Se cada um puder vender seu trabalho, por ser dono do próprio corpo, não o fará pelo preço que quiser, mas sim pelo preço que precisar. Assim, o mais forte sempre explorará o mais fraco!
  • Ex-microempresario  04/01/2020 14:47
    E então vc defende um sistema onde o mais forte sempre explorará o mais fraco, com o detalhe que o mais forte se chama "governo".
  • VALÉRIA Saturnino  06/01/2020 10:03
    Bom dia. Parabéns pelo artigo.

    Podemos dizer que, no caso do Brasil, o MEI é uma solução parcial para essa questão?

    Não é difícil abrir um MEI, paga-se um valor fixo de impostos por mês que não chegam a R$ 80 e é possível ter uma renda de um serviço prestado que varie de R$ 0 ao máximo do MEI, que é bem maior que o salário mínimo. Pode me dizer sua opinião a respeito?

    Obrigada!
  • Sou direito - sou direita  06/01/2020 18:36
    Como o texto é uma re-publicação falando de uma lei que foi implementada há um ano, seria interessante se ele tivesse sido atualizado para tentar mostrar os resultados da aplicação dessa lei.
  • Marcos  06/01/2020 21:59
    Está lá, ao final do artigo. Seis meses depois de implantado o salário mínimo, o número de corridas de Uber e Lyft desabou.
  • HELLITON SOARES MESQUITA  06/01/2020 21:14
    É muito simples refutar o salário minimo. Basta tentar contratar um Pedreiro por menos de um salário minimo. Normalmente você terá dificuldade de contratar por 2.
  • Pepe Pereira  06/01/2020 22:04
    NYC é um lixo cosmopolita. A única coisa que lá deu certo foi a substituição populacional.
  • anônimo  06/01/2020 22:29
    Ótimo texto.
  • Leonardo  07/01/2020 02:52
    Alguns erros do texto e um outro ponto de vista.

    - Faltou considerar no calculo do salário o 13º salario e as férias, 1000\12 e 1000*0,3\12, respectivamente. É muito encardo, talvez falte mais.

    - Foi comentado que na Europa o salario minimo esta sendo usado para excluir os estrangeiros, porem o salario minimo pouco mudou nos últimos 15 anos. Achei forçado o comentário.

    - O texto citou o tempo inteiro os taxistas como os únicos a pedirem por essas regulamentações, o que é falso, na propria matéria da Bloomberg diz:
    "Os motoristas de Nova York também estão excepcionalmente bem organizados. Dois grupos — New York Taxi Workers Alliance e Independent Drivers Guild". Foi ignorado a difícil situação econômica dos motoristas de aplicativos representados pelos Indenpendent Drives Guild. Sempre os taxistas malvadões. Na pratica os taxistas estão lutando para o sarrafo deles não ser nivelado por baixo, algo que já aconteceu. Por sua vez já existe um numero crescente de pessoas que trabalham em aplicativos e moram nos próprios carros nos EUA, dado os baixos rendimentos.


  • Inácio  07/01/2020 13:50
    "Alguns erros do texto e um outro ponto de vista."

    Vejamos.

    "Faltou considerar no calculo do salário o 13º salario e as férias, 1000\12 e 1000*0,3\12, respectivamente. É muito encardo, talvez falte mais"

    Artigo inteiro sobre isso:

    FGTS, INSS e Aviso Prévio - um assalto ao trabalhador, disfarçado de direito

    E, ainda assim, trata-se de um ponto totalmente secundário, pois motoristas de Uber, principalmente nos EUA, não têm 13o salário e nem férias pagas. Com efeito, praticamente nenhum trabalhador comum nos EUA tem esses "direitos". Informe-se melhor.

    "Foi comentado que na Europa o salario minimo esta sendo usado para excluir os estrangeiros, porem o salario minimo pouco mudou nos últimos 15 anos. Achei forçado o comentário."

    O "comentário forçado" veio acompanhado de um hyperlink, o qual está ali exatamente para substanciar a argumentação. Você deve clicar no hyperlink e ler os fatos e dados apresentados, os quais substanciam a afirmação. Se você achou "forçado", então está na obrigação de refutar o conteúdo disponível no hyperlink.

    Simplesmente dizer que "achei o comentário forçado" é coisa de "snowflake" que acha que está debatendo no Twitter. Aqui o nível é ouro.

    "O texto citou o tempo inteiro os taxistas como os únicos a pedirem por essas regulamentações"

    O texto pegou um exemplo prático de taxistas exigindo (e conseguindo impor) um salário mínimo para os motoristas de Uber, pois sabiam que isso os expulsaria do mercado (como de fato ocorreu). Qualquer outra coisa que o texto incluísse seria invenção, e, portanto, desonestidade intelectual.

    "Foi ignorado[sic] a difícil situação econômica dos motoristas de aplicativos representados pelos Indenpendent Drives Guild. Sempre os taxistas malvadões."

    Mas, hein? O que tem uma coisa a ver com a outra?

    Se um grupo está passando por dificuldades (e, francamente, você conhece algum grupo organizado que já veio a público dizer que sua atual situação está maravilhosa?), como é que aumentar os custos de sua contratação irá se converter em maiores contratações e mais renda? Favor demonstrar.

    "Na pratica os taxistas estão lutando para o sarrafo deles não ser nivelado por baixo, algo que já aconteceu."

    Errado. A prática demonstrou que é exatamente o contrário. Os taxistas estão lutando para aumentar o sarrafo dos concorrentes. Antes, o concorrentes podiam entrar no mercado ao serem contratados sem obstáculos. Agora, foi criado um grande obstáculo (o salário mínimo).

    Vou desenhar para você: se um concorrente meu era contratado a um salário menor e sem encargos trabalhistas, e agora passa a poder ser contratado apenas com salário mínimo e encargos, isso significa que eu aumentei o sarrafo para ele.

    "Por sua vez já existe um numero crescente de pessoas que trabalham em aplicativos e moram nos próprios carros nos EUA, dado os baixos rendimentos."

    E tais pessoas estariam em muito melhor situação caso não tivessem essas ocupações e sem renda nenhuma, certo?

    Sua participação aqui foi confusa.
  • Leonardo  10/01/2020 23:07
    Obrigado pelo comentário, desculpe pela falta de clareza, prometo me esforçar.

    No primeiro ponto que comentei, eu simplesmente quis acrescentar e coloquei que faltou adicionar as férias e 13º no cálculo de custo de um funcionário, o que já elevaria o custo do funcionário para valores superior a 30% em relação ao salário base. O autor estava se referindo ao Brasil e ele e o site indicado ignoraram férias e 13º que está previsto para as domésticas e demais trabalhadores formais. Como falasse é um ponto secundário e foi somente um colocação, espero que tenha ficado claro. E não tem nada de errado no que comentei.
    Sobre:

    "O "comentário forçado" veio acompanhado de um hyperlink, o qual está ali exatamente para substanciar a argumentação. Você deve clicar no hyperlink e ler os fatos e dados apresentados, os quais substanciam a afirmação. Se você achou "forçado", então está na obrigação de refutar o conteúdo disponível no hyperlink."

    Eu coloquei que os salários mínimos europeus (França, Alemanha, Portugal, ...) mudaram pouco nos últimos quinze anos. Qual a dificuldade em interpretar isso? Pesquisei alguns números, perdi tempo com isso. Eu iria analisar PIB e inflação, mas ai já é demais para fazer um comentário.
    França - Ano - salário mínimo
    2010 – 1343 Euros
    2019 – 1521 Euros.
    Evolução média do salário mínimo 1,4% nos últimos 9 anos, enquanto que a inflação ficou com uma média de 1,13%.

    Portugal – Ano – Salário mínimo
    2008 – 426 Euros
    2019 – 635 Euros. Evolução média de 4% ao ano.

    Alemanha – Ano – salário mínimo
    2015 – 1440 Euros
    2019 - 1557 Euros. Evolução de 2% ao ano. Na Alemanha o salário mínimo foi criado em 2015, eu nem sabia, mas os salários são cresceram pouco nos últimos anos.

    Deixando claro o argumento: O autor colocou que:

    "Atualmente, na Europa, as leis do salário mínimo estão sendo utilizadas para excluir os imigrantes do mercado formal."

    Pela frase do autor, conclui-se que essa política de exclusão está sendo utilizada nesse momento. Ao comentar que a vários anos os países Europeus com economia desenvolvida tiveram pouca variação do salário mínimo, eu quis dizer que esses países já tinham essa estrutura social-econômica antes da chegada em massa de imigrantes. A variação do salário mínimo na França foi pouco acima da inflação. Notei que em Portugal a evolução foi bem maior, visto que é um pais com economia inferior a França e Alemanha. Então dizer que o salário mínimo está excluindo não é forçoso e sim falso pois a estrutura já existia e a variação seguiu a mesma tendência de anos. Do jeito que o autor citou parece que o salário mínimo sofreu uma alteração abrupta. Feliz agora?

    Sobre a terceira colocação
    O texto ignorou a demanda dos próprios motoristas de aplicativo que estão com dificuldade econômica, isso é fato, alias a sociedade ignora.

    Sobre os outros pontos do teu comentário, vou colocar num comentário maior abaixo. Fiz o que sugerisse e li todos os hyperlinks e cheguei a várias conclusões as quais explicarei abaixo.
  • Em busca da verdade  07/01/2020 13:12
    Por falar em Uber, hoje saiu num artigo no Valor que a produtividade dos serviços vêm caindo, provavelmente devido, em grande medida, à economia dos aplicativos: Uber, Ifood, etc.

    Na prática tem ocorrido o seguinte: esses serviços geram muitos empregos, contudo, a velocidade de geração de ocupações (muito ruins por sinal) cresce numa velocidade superior ao valor adicionado pelas respectivas empresas, ou seja, queda da produvidade. Em outras palavras, má alocação de recursos pelo próprio livre mercado.

    Vejam que não é só um governo ruim como o da Dilma, com sua NME que pode gerar ineficiência econômica, desperdiçando recursos escassos. O próprio mercado, que não é necessarimente e sempre racional, pode gerar tbm.
  • Apresentando a verdade  07/01/2020 13:51
    Essa tese que defende eu conheço e é tosquíssima. Ela diz que tais serviços (Uber, iFood, AirBnB, Rappi) geram muitos empregos mas não fazem "crescer muito" os números do PIB, e que, por isso, são "serviços ruins e improdutivos" — dando a entender que o mundo estaria bem melhor com o monopólio dos táxis e com mais pessoas desempregadas e sem renda.

    Qual é, por exemplo, o argumento de que o "valor adicionado pelas respectivas empresas" é baixo? Uber, iFood, AirBnB e Rappi, ao baratearem enormemente serviços que até então eram caríssimos e exclusivos para os mais ricos, aumentaram enormemente a renda disponível das pessoas, que agora podem gastar menos. Há pessoas em São Paulo que, além de deixarem de ser reféns dos taxistas, nem mais precisam de carro para se locomover ou para ir a supermercado.

    Dizer que isso é ruim é dizer que o bom é viver sob monopólios e preços inflexivelmente altos.

    Trata-se, obviamente, de uma defesa aberta das reservas de mercado e das grandes corporações (tradicionalmente protegidas pelo governo), e contra os pequenos empreendedores.


    Que tal tese seja abraçada pela esquerda é uma grande traição de seus princípios, embora 'incoerência', 'burrice' e 'esquerda' sejam a sinônimos. Né?

    Estamos mais ricos e melhores do que imaginamos - mas as estatísticas não capturam isso
  • Em busca da verdade  07/01/2020 14:25
    Para quem consome o serviço é bom, sem dúvida, mas para quem trabalha nele não muito ou é péssimo (nem pras próprias empresas têm sido bom, já que poucas são lucrativas. Uber nunca deu lucro, por ex.). Alias, pessoas que trabalham nesses aplicativos sempre reclamam do trabalho. Dificilmente vc vai encontrar alguém genuinamente satisfeito por ser "colaborador" deles. Sentem-se escravizadas, na realidade, porém é a única alternativa desses trabalhadores. Mas isso não quer dizer que eu defenda o monopólio dos taxis. E não defendo. Só quis chamar atenção para a irracionalidade ou falha de mercado, o que contradiz o que vcs defendem.

    A propósito, essas empresas não estão parecendo aquelas estatais inchadas e deficitárias do velho Brasil, combatida pelos liberais, com a diferença que ao menos aquelas pagavam bem os funcionários?


  • Apresentando a viver  07/01/2020 15:05
    Legal. Quando empresas vendem caro, a esquerda reclama e diz que o mercado é explorador (dos consumidores) e concentrador de renda (em prol dos empresários).

    Quando empresas vendem barato, a esquerda reclama e diz que o mercado é explorador (dos trabalhadores) e concentrador de renda (em prol dos consumidores).

    Vivi para ver um esquerdista chorar dizendo que uma grande corporação de capital aberto (Uber) está com lucros muito baixos.

    Para vocês conseguirem ser patéticos, ainda terão de melhorar muito.

    Para você entender o que é realmente o capitalismo, pois, pelo visto, você ainda não começou a entender nem sequer o básico:

    No capitalismo de livre mercado, quem sempre ganha é o consumidor
  • Estado o Defensor do Povo  07/01/2020 15:58
    A ideia do UBER nem é dar emprego pras pessoas, é só dar uma alternativa pras pessoas fazerem um bico caso não tenham nada pra fazer, as pessoas só vivem disso por não ter uma opção melhor, e a vida delas seria melhor se pelo menos o real fosse uma moeda mais forte, aí quem trabalha de uber poderia acumular um dinheiro básico e ver o preço das coisas baixarem, de início você pode até achar que a vida deles é uma miséria (conceito subjetivo, pra quem vive na África as pessoas que trabalham no uber tem uma vida boa, eu já falei com um taxista de uber em Vinhedo-SP e ele mesmo falou estar bem satisfeito com a vida que leva), mas conforme o tempo passa as coisas melhorariam, pena que o governo não deixa, tem mais um monte de coisa esquisita nesse seu raciocínio mas tô com preguiça de escrever agora, malz.
  • Drink Coke  07/01/2020 20:36
    "essas empresas não estão parecendo aquelas estatais inchadas e deficitárias do velho Brasil, combatida pelos liberais, com a diferença que ao menos aquelas pagavam bem os funcionários?"

    Oi? A real diferença é que a estatal quando dá prejuízo é sustentada com recursos públicos. Se o Uber for inchado e deficitário é problema dos acionistas, nenhum liberal tem nada a ser contra ou a favor, se o negócio for de fato ineficiente uma hora irá quebrar, porém no caso do Uber acredito que o deficit é temporário, fruto do custo da expansão do negócio. Algo semelhante ao que ocorre com o Nubank no Brasil. Tão logo essas empresas resolvam que é hora de começar a colher os lucros, ele virão.
  • Em busca da verdade  07/01/2020 22:09
    Apresentando a verdade, produtividade é fundamental. Se ela é baixa, significa empobrecimento. Não tem como fugir disso. No caso implica que mão de obra, muitas vezes muito qualificada como engenheiros, está sendo desperdiçada. Visto de outra forma, sendo empregada aos montes numa atividade que pouco valor adiciona à produção econômica. Isso pra mim é um drama.

    Como sair disso?

    O país precisa rumar para uma profunda, altamente complexa e díficil reformulação da sua estrutura produtiva na direção da multiplicação de atividades que adicionam maior valor por trabalhador. Nesse sentido, é vital construir um equilíbrio macroeconômico pró industria com cambio adequado, juro baixo, intensificação do investimento público, qualificação da mão de obra, acordos comerciais, reforma do sistema tributário, etc.

    Sobre cambio e juro, é admirável que sob este governo, e não sob um de esquerda, o país tenha obtido um novo equilíbrio, com juro baixo e cambio desvalorizado (embora precise desvalorizar mais um pouco). Fizeram o que a esquerda sempre sonhou e nunca conseguiu. Houve de fato uma forte e benéfica correção cambio. Agora, vale notar, algo revelador ocorreu, os carros nos EUA estão mais caros que no Brasil. Acabou o discurso de muitos contra a industria nacional automotiva, os quais acusavam-na de tudo, por conta dos carrros mais caros no Brasil antigamente, mas omitiam que o real estava totalmente distorcido no sentido de hipervalorizado.

  • Drink Coke  07/01/2020 13:45
    Um dúvida para algum especialista de economia,

    Constantino alega que a baixa da taxa de juros tem fundamentos econômicos e por isso não gerou como consequência um aumento na inflação, em outras palavras, como o país está mais ajustado pelas reformas então essa baixa seria coerente já que o risco do país caiu. Aí Ciro gomes respondeu dizendo que não gerou inflação pela economia está desaquecida. Eu queria saber a opinião dos especialista da página, a baixa da taxa de juros é bom ou ruim para a economia? não deveria gerar inflação no futuro já que ela é mantida por injeção de liquidez no mercado?
  • Supply-sider  07/01/2020 14:04
    Pela enésima vez: o que determina os preços é o poder de compra da moeda. Se o poder de compra da moeda está diminuindo, os preços irão subir. Se o poder de compra da moeda estiver estável, os preços ficarão estáveis. E se o poder de compra da moeda estiver crescente, os preços oscilarão entre a estabilidade e a deflação.

    Não tem absolutamente nada a ver com juros ou com demanda.

    Em 2015, com o PIB encolhendo 4%, a demanda era baixíssima, a SELIC estava em 14,25% e o IPCA foi de quase 11%.

    Em 2017, com o PIB subindo 1,3%, a demanda crescendo, e a SELIC já em um dígito, o IPCA ficou em 3%.

    Outros anos de PIB alto e IPCA baixo foram 1997, 2000, 2005, 2006, 2007 e 2009 (segundo semestre).

    De novo: o que determina preços é o poder de compra da moeda. É quanto cada unidade monetária consegue comprar em termos de bens ou serviços.

    E o melhor indicador do poder de compra do real é o Índice de Commodities. Este gráfico mostra a evolução dos preços da comandites em reais.

    ibb.co/2vnnY5j

    Veja que de maio até setembro os preços da commodities caíram (por isso houve até mês com deflação de preços). Agora, no final do ano, dispararam. Por isso, nos dois últimos meses o IPCA disparou.

    É isso e apenas isso. Esqueça a manipulação de juros. Isso é só espuma pra gerar debate acadêmico. Juros não definem p… nenhuma em termos inflação. Vide zona do euro, Suíça e Japão, que têm juros zero ou negativos, e inflação de preços nula.

    Quem ainda está preso nesse negócio de juros são os monetaristas e os keynesianos, que não entendem absolutamente nada de moeda.
  • Drink coke  07/01/2020 15:12
    Bom, mas o poder de compra da moeda não é influenciado pela oferta de moeda? se a oferta aumentar tudo ou mais constante levaria a um aumento nos preços. Assim por que você diz que uma baixa de juros não pode influência a inflação se ela é ocasionada por um aumento na oferta de moeda? Sim, há casos que a baixa de juros não gera inflação, mas não seriam casos em que outros fatores estariam influenciando e amenizando o efeito do aumento monetário?
  • Supply-sider  07/01/2020 16:21
    "Bom, mas o poder de compra da moeda não é influenciado pela oferta de moeda? se a oferta aumentar tudo ou mais constante levaria a um aumento nos preços"

    No longo prazo, sim, mas se, e apenas se, a moeda se desvalorizar perante as commodities.

    Se a moeda se mantiver estável em relação às commodities, então seu poder de compra será constante.

    Prova disso são os EUA de 1865 a 1913. A oferta de moeda indubitavelmente aumentou, mas os preços caíram a uma média de 1% ao ano (deflação de 1% ao ano). A moeda era o ouro.

    Igualmente, se o real tivesse se mantido estável em relação ao índice de commodities desde 1994, haveria hoje muito mais moeda do que em 1994, mas os preços seriam praticamente os mesmos (poderiam aumentar no setor de serviços, que varia mais de acordo com a renda, mas não em alimentos e produtos industriais).

    Sempre lembrando que, dado que a quantidade de commodities no mundo está sempre aumentando (pois a produção está sempre aumentando), manter a moeda estável em relação às commodities significa, por definição, que a oferta monetária também está aumentando).

    Logo, é perfeitamente possível aumentar a oferta monetária e ter preços estáveis.

    "Assim por que você diz que uma baixa de juros não pode influência a inflação se ela é ocasionada por um aumento na oferta de moeda?"

    Explicado acima. Espero que agora esteja mais claro.

    E faço outro adendo: com um banco central se preocupando apenas em manter a moeda estável em relação às commodities, os juros se tornam flutuantes. A partir do momento que se torna claro que não há expectativas inflacionárias (pois a moeda está estável em relação às commodities), os juros tendem a cair. Isso foi o que se observou em todas as economias desenvolvidas desde 2010.

    Logo, tem-se o cenário de oferta monetária crescente, juros em queda, e preços estáveis. Monetaristas e keynesianos ficam completamente perdidos nessa.

    "Sim, há casos que a baixa de juros não gera inflação, mas não seriam casos em que outros fatores estariam influenciando e amenizando o efeito do aumento monetário?"

    Sim, preços das commodities.

    Sugestão: deixe de lado essa obsessão com oferta monetária. A quantidade de dinheiro importa muito menos do que o poder de compra dele. É perfeitamente possível ter oferta monetária crescente com poder de compra constante, e oferta monetária decrescente com poder de compra caindo.

    Outra coisa: economias em crescimento sempre apresentam oferta monetária crescente. Óbvio: pessoas e empresas estão pedindo empréstimos para investir e consumir, e isso aumenta a oferta monetária. O erro dos monetaristas clássicos está exatamente em querer sufocar este aumento da oferta monetária com juros altos, o que mata o crescimento econômico (sendo que é o crescimento econômico o que reduz os preços). Você controla inflação de preços entregando moeda estável, e não manipulando juros e agregados monetários.

    Você tem de se preocupar apenas em manter a moeda estável em relação às commodities (as quais, vale repetir, estão sempre aumentando de quantidade ao longo do tempo). Juros e oferta monetária ao ajustados automaticamente a partir daí.
  • Thiago  07/01/2020 14:28
    Leia pra entender:

    mises.org.br/article/2663/o-que-realmente-faz-com-que-os-precos-subam-continuamente-eis-a-explicacao-para-o-brasil
  • Lucas  08/01/2020 05:49
    Há uma coisa pior sobre o salário mínimo não dita neste artigo que eu gostaria de acrescentar, é que quando o governo dita um salário mínimo, ele está também reduzindo a possibilidade do patrão de aumentar o salário dos funcionários, uma vez que tanto o patrão quanto o empregado, se sentem "confortáveis" com o valor recebido pelo trabalho. As pessoas não irão questionar seus baixos salários pois o próprio governo diz que aquele valor é o "suficiente" gerando uma total submissão ao salário mínimo, e não a realidade de uma cidade/estado/país.

    Por exemplo, se o governo diz que 800 reais é o suficiente para o patrão pagar aos seus funcionários, mesmo que o patrão pudesse pagar 2000 mil, ele não irá pagar, pois o próprio governo já disse que 800 é o suficiente, e os funcionários não irão também questionar esse valor pois é o valor que o governo diz que é o suficiente. Ou seja, o salário mínimo também limita os aumentos salariais, pois fixa um valor abaixo do que um determinado grande empresário consegue pagar, e elimina o menor empresário que não pode pagar.

    O salário mínimo é, em suma, corporativista e defende mais os interesses dos compadres do que dos pobres. Se você não consegue produzir um salário mínimo, então fique desempregado, essa é a definição do salário mínimo.
  • Leonardo  10/01/2020 04:38
    O texto serviu para eu fazer uma boa reflexão a respeito do salário mínimo, piso salarial de cada profissão, desempregados, preço do trabalho e entender como muitos de vocês pensam. Um assunto que eu nunca tinha parado para refletir é a necessidade ou não de salário mínimo e porque ele foi criado. Quando penso nessas questões sempre faço um exercício de pensar o porquê disso existir. Li os diversos links contido no texto, o mínimo para quem nunca tinha refletido sobre o assunto e vem aqui comentar. Agradeço a dica do Inácio que comentou o meu outro comentário.
    Vai ser um desafio explicar o meu ponto de vista mas, vamos lá, o artigo e os textos dos links usam sempre o mesmo argumento, de que o salário mínimo exclui os menos produtivos do mercado de trabalho e é usado para segregar e impedir a ascensão ou mesmo a subsistência de determinados grupos de pessoas (basicamente é isso) e os taxistas utilizaram (mesmo que sem saber) essa teoria para diminuir a concorrência. Diria que isso é a síntese do artigo e dos links com essa linha de entendimento.
    Então vamos fazer alguns exercícios de imaginação para tentar entender a que esse entendimento pode levar. Imaginamos que na França seja abolido o salário mínimo e o piso salarial das diversas categorias, para isso teríamos que acabar com os sindicatos para que eles não impeçam a abolição do salário mínimo e dos pisos salariais (isso já é impossível e aí já concluo que abolir o salário mínimo é praticamente uma utopia). A partir daí os empregadores estão livres para contratar a qualquer salário. As profissões mais simples seriam as primeiras a serem atingidas em que os atuais ocupadores dos cargos seriam demitidos para contratarem pessoas dispostas a fazer o mesmo trabalho por menos. No momento em que uma empresa começar a fazer isso o concorrente se vê obrigado a fazer o mesmo, se não vai perder na concorrência e naturalmente entra na disputa empresarial o objetivo de pagar o mínimo possível aos trabalhadores (já que não tem base salarial), para produzir mais barato. Se um Frances não quer fazer certamente tem um desempregado ou imigrante de um pais menos desenvolvido economicamente disposto a fazer o trabalho por menos.
    Quais seriam as consequência disso para os diferentes grupos de pessoas?
    Para os grandes empresários: Num primeiro momento pode parecer bom pois poderiam contratar pessoas por menos mas, teriam que estar muito atentos a concorrência, pois os concorrentes poderiam estar se organizando para produzir com um custo menor e obrigaria o empresário a estar sempre buscando mão de obra mais barata.
    Para os empregados que estavam em seus postos de trabalho: seriam obrigados a trabalhar por menos ou demitidos para que uma pessoa disposta a vender sua mão de obra por menos valor ocupasse o cargo. Certamente perderiam renda e qualidade de vida. Ao se tornarem desempregados, teriam que se submeter a trabalhar por menos e isso em ciclo.
    Para os desempregados: Esses no momento inicial ocupariam o cargo de quem está trabalhando ou conseguiriam um trabalho de menor renda, isso parece bom porem, duraria até aparecer alguém a trabalhar por menos.
    Antes de fazer uma analogia Uber x Táxis e a situação hipotética acima, vou fazer algumas observações.
    Primeiro, o salário mínimo não impede as pessoas de trabalharem, ou mesmo de sobreviverem, dizer isso é falso, não precisam se revoltarem com o salário mínimo, já explico. Na maioria dos países tem salário mínimo e a fome está diminuindo no mundo, então esse modelo não está tão errado. Também, as pessoas que não conseguem um emprego formal, não ficam paradas e morrem de fome, elas podem fazer diversos serviços informais com toda a liberdade que vocês pregam, sem os "roubos" do governo, exemplo cortar grama, limpar pátio, serem microempreendedores cortando cabelos, produzir comida para vender (lanches, salgados, doces) enfim centenas ou até milhares de atividades. Aliás, no Brasil apenas 33 milhões de trabalhadores são empregados formais no regime da CLT o que comprova esse argumento.
    Alguns números do Brasil:
    24,3 milhões por conta própria
    33 milhões empregados formais
    11,7 milhões de servidores públicos
    12 milhões de desempregados
    g1.globo.com/economia/noticia/2019/09/27/desemprego-fica-em-118percent-em-agosto-diz-ibge.ghtml
    Também podem olhar no site do IBGE.
    Segundo, caso essa situação acontecesse na França, nos países hispânicos ou até mesmo no Brasil certamente a população queimaria tudo literalmente, na Argentina por exemplo, eles estão com déficit fiscal a mais de um século e isso está levando o pais a pobreza e os governantes não conseguem nem colocar as contas em ordem, ou seja, fazer as reformas previdenciária, administrativa, trabalhista e tributária (acredito que lá pelo meio do ano eles vão entender que não tem atalho e que terão que fazer as reformas. Nesse momento tem vários economistas liberais Argentinos apontando esses problemas como a grande causa do empobrecimento Argentino), imagina acabar com o salário mínimo.
    Terceiro, já tentaram ver o salário mínimo sob uma ótica otimista-positiva e não somente pela ótica de que ele foi criado para excluir-segregar as pessoas. Deixa eu explicar, ao ler os textos indicados no artigo eu imaginei a posição dos empregados estabelecidos e não somente o ponto de vista dos desempregados. Vamos imaginar o início revolução industrial e os empregos começando a aumentar, os trabalhadores sem lei alguma ganhavam pouquíssimo, a economia era fraca e a população pobre. Com o passar do tempo a economia começou a melhorar e os trabalhadores começaram a se organizar e pedir melhores condições de trabalho. Essa organização dos trabalhadores deu origem aos sindicatos que são apenas representantes dos trabalhadores. A partir daí certamente começaram a surgir os direitos e em determinado momento começaram a criar os pisos salarias justamente para se protegerem de serem demitidos para que outro fosse contratado no seu lugar para trabalhar por menos. Vejo isso como um instinto natural do ser humano de se proteger, de defesa e não com a intensão de segregar-excluir ou impedir. Se isso não fosse feito possivelmente seriam demitidos para que outras pessoas exercessem a atividade por menos entrando assim no looping de demissões e contratações por menos conforme descrito acima. Pergunto, será que sem os pisos salariais teria havido o desenvolvimento da sociedade tal como foi? Será que essa medida foi tão desumana assim? Ou será que foi uma ação de defesa do próprio emprego?
    Já pararam pra pensar que o salário mínimo e os pisos salariais foram demandas dos próprios trabalhadores como ação de defesa da sua renda e não uma ação do estado malvadão. O estado apenas implementou as demandas da classe trabalhadora. Sem essas demandas poderia não haver o desenvolvimento social e também econômico. Lembrando que a maioria da sociedade é trabalhadora em empregos formais e informais, autônomos e pouquíssimos são empresários e investidores de sucesso, isso mesmo nos EUA que é um pais bem liberal e rico.
    Amanhã eu coloco a analogia de tudo isso com o serviço de TÁXI X UBER.
  • Ex-microempresario  10/01/2020 22:10
    Leonardo, vc gastou muito tempo para escrever bobagem.

    Para com essa idéia que empresário quer sempre pagar menos e que empregado é tudo igual.

    Você acha que alguma empresa vai se dar bem se demitir todos seus funcionários e trocar por africanos analfabetos com um salário de um dólar por mês? Eu mesmo respondo: NÃÃÃÃÃO !!!

    Empresa precisa de funcionário competente e paga o valor necessário para isso. Digo com frieza: é o mesmo que comprar uma máquina. Se eu preciso de uma máquina, provavelmente não é boa idéia comprar a mais barata: provavelmente é uma porcaria. Empregado é igual. Se o cara aceita trabalhar por uma mixaria, algo de errado tem.

    Larga dessas idéias pré-fabricadas que os teus professores enfiaram na tua cabeça.
  • Leonardo  12/01/2020 01:28
    Boa

    Professor nenhum me ensinou, como escrevi, desenvolvi esse conhecimento lendo o texto e os diversos Hyperlinks.

    Não escrevi que empresário quer sempre pagar menos e sim que seriam obrigados pela concorrência a diminuir o custo.
    Exemplo disso é a Uber e 99 que estão cobrando cada vez menos e apertando cada vez mais os motoristas.

    Outra, o problema não é os empresários e sim a falta deles. Se tem desempregados é porque está faltando empresários.

    Também não falei que todos seriam demitidos de uma vez para contratar africanos. Esse processo de diminuição de salário é gradual e está acontecendo nesse momento, tenho amigos que foram demitidos com a justificativa de que eles ganhavam muito, não acredito que seja só aqui que isso esteja ocorrendo.

    Sobre a história da máquina, concordo com você em partes, acredito que uma parcela da sociedade ativa não seria atingida, empresários, funcionários públicos e funcionários qualificados que ocupam serviços de destaque, porem as pessoas que executam funções mais básicas, seriam mais atingidas.
  • Leonardo  11/01/2020 23:10
    Escrevi um texto e resolvi não colocar. Resumindo, o salário mínimo dos taxistas era a reserva de mercado que tinham até a chegada do uber. Essa reserva foi a forma que encontraram no passado de conseguir sustentabilidade e renda na atividade, já que com evolução da indústria e economia muitas pessoas passaram a ter carro (esse sistema aconteceu primeiro em Nova York em 1930). Após esse sistema ser quebrado os taxistas perderam de 50% a 80% da renda. Alguns já abandonaram por inviabilidade econômica.
  • André B.  10/01/2020 18:46
    Procede essa informação: www.uol.com.br/tilt/noticias/reuters/2020/01/10/uber-deixara-a-colombia-em-31-de-janeiro-apos-decisao-judicial.htm
    Se for verdade, merece um artigo!
  • Drink Coke  10/01/2020 19:57
    "ordenou que a Uber interrompesse as operações depois que um juiz disse que violava as regras da concorrência."


    Que Deus proteja a américa latina.
  • Zuca em Tuga  10/01/2020 23:18
    "Os motoristas de Nova York também estão excepcionalmente bem organizados. Dois grupos — (...) Independent Drivers Guild — vinham pressionando a TLC para que implementasse normas salariais, após campanhas para obrigar as operadoras de transporte particular a permitir gorjetas e limitar o número de veículos de transporte particular que operam na cidade."

    Os caras cavaram a própria cova sorrindo.
  • Emerson Luis  29/01/2020 18:51

    Os taxistas de Nova York exigiram salário mínimo para os motoristas de aplicativos porque eles têm consciência social e se solidarizam com seus companheiros subempregadosque que sofrem exploração e desigualdade.

    No Brasil falta vontade política para decretar um salário mínimo de R$5000 que tiraria a população da miséria impulsionando a economia por estimular o consumo, o que faria as empresas contratarem mais. Em pouco tempo o desemprego seria baixíssimo e a renda per capta ultrapassaria a dos países mais desenvolvidos.

    * * *


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